Sob a liderança da BlackRock (BR), o Fórum Econômico Mundial (WEF) tornou-se uma organização ainda mais tirânica e altamente tóxica. O CEO tecnocrata da BR ordenou que a próxima grande Conferência do WEF, agendada para 22 e 23 de abril de 2026 em Jeddah, na Arábia Saudita, fosse realizada, apesar de a Arábia Saudita estar em meio a uma zona de guerra.
As vozes que questionam os riscos humanos são silenciadas pelo decreto ganancioso do CEO da BR: “Imaginem as perdas financeiras se cancelarmos”.
Nenhuma consideração pela vida humana, exceto pela sua própria ganância. Poder e dinheiro, em nossa sociedade perversa, andam de mãos dadas. A humanidade e os valores sociais são pisoteados como baratas por aqueles que fingem governar o mundo e suas instituições.
Ao que tudo indica, o Grande Prêmio da Arábia Saudita de Fórmula 1, no Circuito Corniche de Jeddah (17 a 19 de abril), acaba de ser cancelado devido aos riscos de guerra na região. Mesmo assim, o Fórum Econômico Mundial (WEF) precisa continuar. O poder do dinheiro está acima das vidas. Obviamente, ele financia guerras, cria atos terroristas e lucra mais com destruição e mortes do que com qualquer outra coisa, superando em muito o tráfico de drogas e de pessoas – atividades nas quais, é claro, o grande capital também está envolvido.
O setor financeiro, com seus grandes investimentos, é crime organizado – e vice-versa.
Imagine, a BlackRock, uma das principais acionistas da indústria bélica mundial, controla o Fórum Econômico Mundial, controla países e continentes inteiros. Por quê? Porque pode, através de pressão e chantagem.
Basta ver o caso do chanceler alemão imposto, Merz, um ex-executivo da BR, que está armando seu país e promete, junto com seu colega da Rothschild, Macron, da França, um ex-banqueiro de fusões e aquisições da Rothschild – outro negociador –, armar a Europa até os dentes para que esteja pronta para uma guerra com a Rússia. Merz e Macron nunca deixaram de trabalhar para seus respectivos monstros financeiros. E esses monstros garantirão que Merz e Macron permaneçam em seus cargos de poder político.
Atacar a Rússia — uma proposta fadada ao fracasso? — Sim, para o povo, mas não para a indústria bélica e nem para a BlackRock & Cie. As guerras são impulsionadas por instituições financeiras como essas, que controlam governos, que enviam seus jovens para a frente de batalha para morrerem por elas — gerando mais dinheiro para a indústria bélica e para o deus do poder financeiro. Certamente não para a paz.
É aí que a BlackRock e o WEF estão situados. – Alguém ainda se pergunta por que não há nenhum interesse ou consideração pelas vidas humanas?
Portanto, independentemente das vidas humanas perdidas e da destruição que a atual guerra com o Irã e as guerras em geral trarão, o importante são os lucros da BlackRock e seu crescente poder rumo ao controle mundial. Gigantes financeiros desse tipo DEVEM ser derrubados. E somente nós, o povo, temos esse poder. Mas precisamos nos unir.
Voltando à Conferência de Jeddah planejada pelo WEF-BlackRock para o final de abril de 2026, que alvo melhor para ser atacado ou mesmo invadido pela Força Aérea Iraniana ou pela Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) do que uma conferência repleta de oligarcas árabes pró-Ocidente que permitem ao Israel sionista massacrar e cometer genocídio contra seus irmãos palestinos?
Será que o figurão da BR sequer considera que muitos CEOs, figurões políticos e outros membros da elite egocêntrica podem se recusar a comparecer a uma reunião em zona de guerra? E se um número significativo de bilionários inscritos desistir no último minuto? Porque consideram suas próprias vidas mais valiosas do que os ganhos financeiros do WEF?
Será esta a única maneira de acabar com o risco à vida dos funcionários?
Ninguém se atreve a contradizer o chefe da BR, que demite pessoas indiscriminadamente, sem qualquer justificativa. A arrogância associada ao poder não conhece limites para as atrocidades. O método típico de demissão de funcionários consiste em chamar uma pessoa fiel, trabalhadora e comprometida ao escritório do diretor-geral logo pela manhã: “Você está demitido(a), a partir de agora. Não volte amanhã. E na saída, não se esqueça de deixar seu crachá, computador e celular da empresa.”
Nenhuma explicação, nenhuma palavra de agradecimento, nada.
Há dois anos, sob a gestão de Klaus Schwab, o ambiente de trabalho no Fórum Econômico Mundial (WEF) já havia sido descrito como tóxico pelo Financial Times e pelo Wall Street Journal. Entretanto, o fundador, presidente e CEO do WEF, Klaus Schwab, deixou o cargo, e seu sucessor, Borge Brende – envolvido com Epstein – teve que renunciar na semana passada, o que deixa o controle total nas mãos do autoritário presidente da BlackRock. A BlackRock é, de longe, a maior patrocinadora e proprietária de fato do WEF. Portanto, seu chefe pode fazer o que quiser com o navio que está afundando.
A demonstração de um estilo de gestão cada vez mais tirânico simplesmente confirma o declínio do WEF.
Muita gente ao redor do mundo está ansiosa para que isso aconteça – quanto mais rápido, melhor.
Fonte: https://www.globalresearch.ca/wef-owner-blackrock-toxifies-organization-tyrannical-abyss/5918387
