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O RABINO SHMULEY AFIRMA QUE ISRAEL DEVE ASSASSINAR CANDACE OWENS E TUCKER CARLSON PARA QUE ‘OS AMERICANOS APRENDAM A TEMER O POVO JUDEU’

O rabino Shmuley Boteach fez um apelo público por ações semelhantes às do Mossad contra os comentaristas políticos americanos Tucker Carlson e Candace Owens, declarando que “o povo judeu deve ser temido”.

O discurso assassino de Shmuley começou quando ele disse que o Hamas deve temer as Forças de Defesa de Israel e que “o Irã repugnante e venenoso tem que temer o Mossad”. Ele então mudou de assunto: “O mesmo acontece na mídia. Por que não estamos perseguindo Candace Owens, a antissemita repugnante e repugnante da América? Por que não estamos perseguindo Roger Waters? Por que não estamos perseguindo Tucker Carlson?”

“Estou cansado de ser um judeu medroso”, disse Shmuley. “Estou cansado de tremer e estremecer diante dos nossos inimigos. Vamos levar a luta até eles.” Assista:

A lógica violenta de Shmuley é inconfundível. Primeiro, ele celebra operações letais que criam medo em inimigos estrangeiros, depois insiste que a mesma abordagem se aplica a críticos que atuam na mídia americana e em solo americano.

Ele enquadra Carlson e Owens não como oponentes políticos ou comentaristas com visões diferentes, mas como “inimigos” que devem ser confrontados com a mesma força que Israel usa contra seus adversários militares.

Essa retórica assassina ultrapassa os limites do debate acalorado e se transforma em um incentivo aberto para atacar cidadãos americanos dentro dos Estados Unidos.

Incitamento à violência

Quando uma figura pública se apresenta diante de uma plateia e insta que cidadãos americanos específicos — como Tucker Carlson e Candace Owens — sejam tratados como “inimigos” que merecem a mesma resposta intimidatória que Israel reserva a líderes terroristas estrangeiros, a linha que separa a retórica inflamada da incitação criminosa é cruzada.

Esses são cidadãos americanos que vivem, trabalham e se manifestam em solo americano. Apelar para que a luta seja travada contra eles ao mesmo tempo que se celebram as operações do Mossad merece uma análise jurídica rigorosa.

O contexto completo de suas declarações deixa pouco espaço para interpretações benevolentes. Medo em vez de amor. Ação em vez de contenção. Confronto com os críticos americanos com a mesma intensidade reservada para ameaças militares existenciais. Essa é a mensagem que ele transmitiu.

E uma vez que essas palavras são proferidas em voz alta sobre cidadãos americanos específicos, as consequências — legais, morais e políticas — devem ser levadas muito a sério.

 

Fonte: https://thepeoplesvoice.tv/rabbi-shmuley-israel-assassinate-tucker-carlson-candace-owens-americans-fear-jewish-people/

 

 

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