O rabino Shmuley Boteach fez um apelo público por ações semelhantes às do Mossad contra os comentaristas políticos americanos Tucker Carlson e Candace Owens, declarando que “o povo judeu deve ser temido”.
O discurso assassino de Shmuley começou quando ele disse que o Hamas deve temer as Forças de Defesa de Israel e que “o Irã repugnante e venenoso tem que temer o Mossad”. Ele então mudou de assunto: “O mesmo acontece na mídia. Por que não estamos perseguindo Candace Owens, a antissemita repugnante e repugnante da América? Por que não estamos perseguindo Roger Waters? Por que não estamos perseguindo Tucker Carlson?”
“Estou cansado de ser um judeu medroso”, disse Shmuley. “Estou cansado de tremer e estremecer diante dos nossos inimigos. Vamos levar a luta até eles.” Assista:
🚨 DEVELOPING – Rabbi Shmuley calls for Israel to kill Tucker Carlson and Candace Owens. Incitement to murder is a crime. He’s surely going to get arrested, right, @FBIDirectorKash? RIGHT? pic.twitter.com/LNbicmeB1y
— Dr. Simon (@goddek) August 20, 2026
A lógica violenta de Shmuley é inconfundível. Primeiro, ele celebra operações letais que criam medo em inimigos estrangeiros, depois insiste que a mesma abordagem se aplica a críticos que atuam na mídia americana e em solo americano.
Ele enquadra Carlson e Owens não como oponentes políticos ou comentaristas com visões diferentes, mas como “inimigos” que devem ser confrontados com a mesma força que Israel usa contra seus adversários militares.
Essa retórica assassina ultrapassa os limites do debate acalorado e se transforma em um incentivo aberto para atacar cidadãos americanos dentro dos Estados Unidos.
Incitamento à violência
Quando uma figura pública se apresenta diante de uma plateia e insta que cidadãos americanos específicos — como Tucker Carlson e Candace Owens — sejam tratados como “inimigos” que merecem a mesma resposta intimidatória que Israel reserva a líderes terroristas estrangeiros, a linha que separa a retórica inflamada da incitação criminosa é cruzada.
Esses são cidadãos americanos que vivem, trabalham e se manifestam em solo americano. Apelar para que a luta seja travada contra eles ao mesmo tempo que se celebram as operações do Mossad merece uma análise jurídica rigorosa.
O contexto completo de suas declarações deixa pouco espaço para interpretações benevolentes. Medo em vez de amor. Ação em vez de contenção. Confronto com os críticos americanos com a mesma intensidade reservada para ameaças militares existenciais. Essa é a mensagem que ele transmitiu.
E uma vez que essas palavras são proferidas em voz alta sobre cidadãos americanos específicos, as consequências — legais, morais e políticas — devem ser levadas muito a sério.
