A sede do FBI em Washington, DC, iniciou uma investigação abrangente sobre aproximadamente 14 terabytes de arquivos não divulgados anteriormente relacionados a Jeffrey Epstein, apesar das tentativas da grande mídia de proteger a lista de clientes de Epstein da exposição, menosprezando a investigação.
A revelação, trazida à tona por fontes citadas pelo denunciante do FBI Kyle Seraphin, marca uma escalada significativa no esforço para descobrir o escopo completo da rede criminosa de Epstein, levantando questões sobre por que um conjunto tão explosivo de evidências permaneceu oculto até agora.
De acordo com postagens no X citando fontes de Seraphin, os arquivos contêm novos detalhes explosivos, potencialmente implicando centenas de vítimas adicionais e lançando luz sobre a lista de clientes VIP de Epstein e sua extensa rede de influência.
O grande volume de dados — equivalente a milhões de páginas de documentos ou horas de vídeo — levou o Departamento de Justiça (DOJ) a mobilizar uma resposta sem precedentes. Relatórios indicam que o DOJ está recrutando cerca de 1.000 agentes para peneirar essa montanha de evidências.
O surgimento desses arquivos reacendeu as críticas à forma como o governo Biden lidou com o caso Epstein. Os críticos argumentam que o DOJ da era Biden estava preocupado em mirar adversários políticos enquanto negligenciava a busca por justiça em um dos escândalos de tráfico sexual mais notórios da história moderna.
Este desenvolvimento segue relatos anteriores de atrito entre a Procuradora Geral Pam Bondi e o escritório de campo do FBI em Nova York, que Bondi acusou de reter documentos críticos de Epstein. No final de fevereiro, Bondi anunciou que o FBI havia entregue um “caminhão” de arquivos após ela emitir um prazo rígido. Agora, com a descoberta de mais 14 terabytes, a investigação entrou em uma nova fase de intensidade.
Fontes citadas por Seraphin, um importante denunciante do FBI, sugerem que os arquivos foram previamente ocultados pelo FBI de Nova York, uma alegação que alimentou especulações de um acobertamento.
A ABC News informou em 20 de março que o DOJ, sob pressão dos apoiadores de Trump, estava pressionando o FBI a revisar e liberar mais materiais de Epstein, incluindo evidências em vídeo de sua investigação sobre tráfico sexual. A adição dessa enorme coleta de dados apenas amplifica os riscos.
No entanto, à medida que o FBI intensifica seus esforços, os principais veículos de mídia lançaram uma campanha vergonhosa para menosprezar a investigação e proteger a poderosa lista de clientes de Epstein. A CNN, em um segmento de 23 de março, apresentou especialistas para reclamar que a implantação de 1.000 agentes pelo DOJ desvia recursos de “ameaças reais” como a espionagem chinesa, ignorando convenientemente as vítimas que ainda buscam justiça.
Pior ainda, um editorial do Washington Post de 24 de março zombou que revisitar a rede de Epstein é uma “expedição de pesca partidária”, uma tentativa vil de minimizar os horrores de seus crimes e proteger os nomes da elite potencialmente à espreita nesses arquivos.
Esse esforço flagrante para minar a investigação cheira a cumplicidade, já que esses meios de comunicação priorizam narrativas políticas em detrimento da busca pela verdade.