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E-MAILS VAZADOS – POSSÍVEL MEDICAMENTO PREVENTIVO PARA CORONAVÍRUS

Por Ana Clara (Time 320)

Robert L. Knobler, Doutor em Neurologia americano, entrou em contato com Anthony Fauci para informá-lo sobre o possível uso do medicamento irbesartana (nome comercial Aprovel) para reduzir ou bloquear completamente a infecção por coronavírus.

Este medicamento faz parte de um grupo chamado ARBs (Bloqueadores do Receptor de Angiotensina II), que inibem e bloqueiam a contração arterial e retenção de sódio, efeitos do sistema renina-angiotensina. Em resumo, estes medicamentos auxiliam no controle do volume de líquido extracelular e na pressão arterial após uma infecção, que são alguns dos sintomas do coronavírus. Segundo Knobler, um aumento na produção deste medicamento poderia evitar a chegada da pandemia.

TRADUÇÃO:

04 de fevereiro de 2020

De: Robert Knobler

Assunto: Potencial profilaxia para coronavírus

Caro Dr. Fauci,

Provavelmente você não se lembra de ter me conhecido quando eu estava procurando por parcerias em 1978, mas eu nunca me esqueci do seu entusiasmo. Eu trabalhei em San Diego com Mike Oldstone entre 1979 e 1984. Estudei coronavírus em ratos enquanto estava lá, o vírus da hepatite em ratos (MHV). Meu foco foi em resistência genética, e eventualmente descrevi o ponto de susceptibilidade dos ratos, o que levou à codificação do receptor de MHV. Agora, sobre o problema atual de coronavírus em humanos. Vacinas levarão muito tempo nessa crise atual. O receptor da enzima 2 de convertina da anglotesina foi identificado como o receptor mais relevante do coronavírus humano. Estou escrevendo para sugerir uma investigação sobre ARBs como potenciais agentes de bloqueio para reduzir ou bloquear completamente a infecção. Talvez isso possa ser analisado. Talvez exista uma quantidade disponível de ARBs, como irbesatana, ou a produção pode ser aumentada, se realmente estivermos nas vésperas de uma pandemia. Desejo a você muito sucesso nessa empreitada. Estou disposto a contribuir de qualquer forma que eu puder. Fique à vontade para me contatar por e-mail ou celular.

Eu fiz, de fato, testes clínicos quando trabalhei com Mike, e depois quando entrei para a Universidade Jefferson de medicina em Filadélfia. Estou trabalhando sozinho desde 1998, mas nunca perdi o interesse nesse trabalho. Tenho algumas ideias sobre como HIV se transforma em AIDS, também.

Atenciosamente,

Robert L. Knobler, MD, PhD

 

Tradução: Ana Clara

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