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Algumas pessoas não conseguem entender por que o uso de frequências favorece aos tratamentos de saúde com bastante eficiência.
A primeira orientação é dizer o óbvio: os processos físicos, químicos e biológicos, bem como o funcionamento fisiológico e metabólico, não podem ocorrer sem energia (eletricidade). A única possibilidade de estar vivo é ter um corpo e mente com energia.
Nesta publicação vou mostrar que todo e qualquer problema de saúde, pode ser tratado exclusivamente com frequências, desde que antes do problema chegar ao funcionamento físico, químico e biológico do corpo, a pessoa use frequências. Mas isso só é possível para quem sabe identificar, para além da medicina, quando um problema de saúde de fato começa.
Quando uma pessoa, através de sintomas, percebe que tem um problema de saúde, neste caso, as partes físicas, químicas e biológicas do corpo já foram atingidas. Isso ocorre em 99,9% das pessoas, pois elas não sabem sobre o funcionamento elétrico do corpo humano. Sendo assim, as frequências vão corrigir na causa e na consequência (problema de saúde). Mas será necessário também tratar, dependendo do grau do problema de saúde, a parte física que envolve processos químicos, fisiológicos e metabólicos.
Nos conteúdos a seguir, vou mostrar que todo e qualquer problema de saúde começa por um problema elétrico no corpo. E a eletricidade no corpo se resolve com frequências e as devidas energizações elementares.
Vou começar por uma célula: Cada célula do seu corpo demanda energia (eletricidade) para funcionar. Toda célula viva do corpo humano depende continuamente de energia (eletricidade) para manter sua estrutura e suas funções. Essa energia é utilizada para processos como:
• Manter o potencial elétrico da membrana celular.
• Bombear íons (principalmente sódio, potássio, cálcio e hidrogênio) contra seus gradientes de concentração.
• Sintetizar proteínas, DNA e RNA.
• Produzir movimento (contração muscular, transporte intracelular, movimento de cílios, etc.).
• Comunicação entre células.
• Divisão celular e reparo.
A principal “moeda energética” da célula é o ATP (adenosina trifosfato). Quando o ATP é hidrolisado (ATP → ADP + fosfato), a energia liberada é utilizada para realizar trabalho celular.
A membrana de praticamente todas as células possui uma diferença de potencial elétrico entre seu interior e seu exterior, geralmente entre -40 e -90 milivolts, dependendo do tipo celular.
Não se trata de eletricidade como a de uma tomada elétrica, mas sim de correntes elétricas extremamente pequenas, produzidas pelo movimento de íons através da membrana celular.
Essas microcorrentes são fundamentais para:
• transmissão dos impulsos nervosos;
• contração muscular;
• batimentos cardíacos;
• secreção hormonal;
• comunicação entre células;
• diversos processos metabólicos.
Por isso, muitos fisiologistas afirmam que a vida depende de uma combinação inseparável de:
• energia química (ATP);
• energia elétrica (potenciais de membrana e correntes iônicas);
• reações bioquímicas;
• propriedades mecânicas das células e tecidos.
Em resumo: O funcionamento de uma célula demanda energia, e uma parte essencial desse funcionamento envolve fenômenos elétricos produzidos pelo movimento controlado de íons através de sua membrana.
Da mesma forma que mostrei que as células do corpo precisam de eletricidade, os neurônios, moléculas, bactérias, tecidos, fáscias, órgãos, etc., todos, sem exceção, precisam de energia (eletricidade).
O que ocorre, por exemplo, com uma célula sem energia (eletricidade)?
Sem energia, a célula deixa de funcionar e, se a falta de energia persistir, ela morre.
O que acontece passo a passo? A produção de ATP diminui ou para, as bombas iônicas deixam de funcionar, o potencial elétrico da membrana desaparece, a água entra na célula, o cálcio aumenta dentro da célula, as mitocôndrias entram em colapso e a célula morre. A morte pode ser por apoptose (morte celular programada); ou necrose (morte por lesão grave).
Resumindo: Falta de energia (ATP) → parada das bombas iônicas → perda do potencial elétrico → desequilíbrio de íons → entrada de água → danos às organelas → morte celular.
Isso ilustra como, na fisiologia celular, a energia química (ATP) e a atividade elétrica estão intimamente ligadas: a primeira sustenta os processos que mantêm a segunda, e ambas são indispensáveis para a sobrevivência da célula.
Se uma célula morre por problemas elétricos, isso pode desencadear um ou mais problemas de saúde? Sim. Esse princípio é bem estabelecido na biologia e na medicina. O problema surge quando um número significativo de células perde sua capacidade de produzir energia e manter suas funções, ou quando essa perda ocorre em tecidos essenciais.
Alguns exemplos:
• Coração: se muitas células do músculo cardíaco deixam de produzir ATP e perdem seu potencial elétrico, elas deixam de contrair adequadamente. Isso pode levar a um infarto e comprometer o bombeamento do sangue.
• Cérebro: neurônios dependem de um suprimento contínuo de energia. Alguns minutos sem oxigênio e glicose podem causar morte neuronal, como ocorre em um AVC isquêmico.
• Músculos: redução importante da produção de energia causa fraqueza, fadiga e dificuldade de contração.
• Rins: células dos túbulos renais consomem muita energia para reabsorver água e sais. A falta de ATP pode resultar em lesão renal aguda.
• Fígado: queda da produção de energia compromete centenas de reações metabólicas, incluindo desintoxicação e síntese de proteínas.
Concluindo: uma única célula doente por falta de energia (eletricidade) ou mau funcionamento elétrico pode ser a origem de um número gigantesco de problemas de saúde.
E qual a única e eficiente maneira de impedir os problemas de falta ou mau funcionamento elétrico de uma célula? Usando frequências.
Os sistemas biológicos também respondem a estímulos físicos, incluindo elétricos, magnéticos e mecânicos, e isso é explorado em diversas aplicações médicas já estabelecidas. Alguns exemplos são:
• marcapassos cardíacos, que utilizam impulsos elétricos para sincronizar o coração;
• estimulação cerebral profunda para alguns distúrbios neurológicos;
• estimulação elétrica funcional para reabilitação muscular;
• estimulação magnética transcraniana (EMT/TMS), que utiliza campos magnéticos pulsados para modular a atividade cerebral em determinadas condições clínicas.
Então, o que o marcapasso, estimulação cerebral, estimulação elétrica funcional e estimulação magnética transcraniana usam? Apenas frequências.
Para que os melhores resultados, independentemente da técnica ou equipamento de uso de frequências, deve-se considerar:
• a frequência utilizada;
• a intensidade do estímulo (protocolo);
• o tempo de aplicação (protocolo);
• o mecanismo físico ou biológico envolvido.
Tudo que envolve energia, seja elétrica, magnética ou ambas combinadas (eletromagnética), para resolver qualquer mau funcionamento só é possível com frequências.
Um estímulo periódico (uma frequência) contribui para sincronizar, modular ou estabilizar um sistema físico ou biológico com problemas. O resultado depende das propriedades do sistema e da forma como esse estímulo é aplicado. E para isso temos os Protocolos 3 x 1 e Binaural.
A medicina nada sabe sobre os sistemas elétricos e magnéticos do corpo humano. Ela reconhece que eles existem, mas não sabem como funcionam.
Em analogia eu comparo a um problema num automóvel, pois ele pode ter problemas mecânicos ou problemas elétricos ou ambos simultaneamente, ou problemas elétricos que desencadearam problemas mecânicos. Portanto, não adianta levar o carro num mecânico para consertar um problema de origem elétrica. Para quem tem carro, provavelmente já experimentou levar o carro a um mecânico para consertar um problema. O mecânico conclui o seu serviço e pouco tempo depois o problema volta a aparecer. Até que depois de muitas idas e vindas e prejuízos, descobre-se que o problema é de origem elétrica. E quem resolve isso? Um eletricista de automóveis.
E no corpo físico, quem resolve um problema elétrico? É um terapeuta de frequências. E isso explica porque muitos profissionais de saúde não conseguem chegar na raiz de quase todos os problemas de saúde.
Infelizmente é muito raro encontrar um, mas há médicos que realmente se interessam em resolver definitivamente os problemas de saúde dos seus pacientes. Uma coisa é apenas lembrar do seu juramento e a teoria do blá blá blá. Outra coisa é de fato ir além da medicina convencional e sair da remediação dos sintomas e para chegar nas reais causas.
Este raro médico, para o seu sucesso profissional e real benefício ao seu paciente, ele precisa de um terapeuta de frequências para lhe auxiliar.

